quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Em paz com o meio ambiente

Em algumas cidades, as sacolinhas plásticas já foram proibidas. Em outras, estão com os dias contados. Mas quem disse que é preciso esperar pela lei para agir de modo ecologicamente correto? Segundo Ana Domingues, da ONG Funverde, essas embalagens "representam 10% do lixo produzido no país".

E não causam pouco estrago: entopem bueiros, poluem rios e levam séculos para se degradar. A solução é adotar de vez as ecobags. Melhor ainda se forem biodegradáveis ou feitas de materiais reciclados, como as eleitas nesta seleção.

5 SACOLAS PARA DEIXAR AS COMPRAS MAIS ECOLÓGICAS


{txtalt}

Resistente e biodegradável
De algodão puro, a Keca suporta diversas viagens carregando até 15 kg. Quando descartada, leva apenas três meses para se decompor, contra os 400 anos do saco plástico. Ecosus, R$ 1,29.




{txtalt}
Traço de artista

Faz parte de uma linha assinada por oito designers a sacola Ave Eva Ave, com ilustração da pernambucana Joana Lira. De ráfia sintética reciclável. Tok & Stok, R$ 5,90.


{txtalt}

Exclusivas
As coloridas ecobags da Cooperativa Mulheres Arteiras são feitas de lonas plásticas que, um dia, foram banners publicitários - ou seja, nenhuma é igual à outra! Esta vale R$ 5.




{txtalt}
Fashion

Da badalada marca australiana Envirosax, é produzida com poliéster reciclado e oferece dezenas de opções de estampas. Dobrada, cabe na palma da mão! Monkey Store, R$ 59,90.




{txtalt}
Longa vida

Retalhos de caixinhas do tipo Tetra Pak, costurados pelo avesso, são a matéria-prima desta bolsa ecológica e artesanal. Brasilianas Feito à Mão, R$ 10.

*preços pesquisados em 4 de julho de 2011, sujeito a alteração.

Fonte: Planeta sustentável

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Arte com papelão – Artista cria quadros incríveis utilizando apenas cola e papelão


Mark Langan é um artista de Cleveland, Estados Unidos que cria incríveis quadros utilizando papelão. O resultado é super bacana e o mais legal é que todo o trabalho do artista é artesanal. Como ele mesmo gosta de afirmar sua arte necessita apenas do papelão provindos de caixas recicladas, um pouco de cola não-tóxica e um estilete.







Criando remakes de quadros famosos, logos de empresas e quadros artísticos Mark criou uma maneira única de expressar sua arte e também criou uma técnica sustentável. Muito bacana né?

Links Externos: Recyclart / Mark Langan Site

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dia Mundial sem Carro 2011

Chamar a atenção da sociedade para o tema da mobilidade urbana e dos problemas decorrentes da poluição do ar gerada pelos veículos motorizados é o principal objetivo da Semana da Mobilidade - Dia Mundial sem Carro, evento realizado em nível mundial no dia 22 de setembro.

A Rede Nossa São Paulo dá início aos preparativos para o evento no dia 2 de agosto quando foi promovida a primeira reunião de planejamento das ações coletivas. Foram discutidos planos, agenda, novas ideias e propostas para a edição 2011 da Semana da Mobilidade, "sempre com o objetivo de transformar São Paulo em uma cidade mais justa e sustentável", segundo informou a Rede Nossa São Paulo.

O 22 de setembro também marca o debate para fomentar novas reflexões e propostas aos poderes públicos.



Fonte: EcoDesenvolvimento.org

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Notebook e barcos do futuro usarão água como fonte de energia

Já pensou se um barco parado no mar produzisse energia através das ondas? E o que você diria se para carregar seu notebook fosse preciso apenas colocar a bateria em um copo d’água?

O notebook sustentável é uma invenção dos designers Hyerim Kim e Seunggi Baek. O produto, batizado de Plantbook, carrega a bateria num processo parecido com a fotossíntese. A combinação sol e água realiza uma eletrólise na bateria. A energia produzida é armazenada e o oxigênio é liberado na atmosfera.

Já o projeto do pesquisador Andre Sharon, da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, prevê que barcos de 50 metros de comprimento serão capazes de ancorar em alto mar e captar energia das ondas. Funcionaria assim: bóias instaladas nas laterais do barco acionariam braços mecânicos com o balanço das ondas – e o movimento geraria uma energia de 1 megawatt.

Pode parecer pouco e caro, mas durante a Conferência de Tecnologia Limpa 2011, em Boston, o pesquisador mostrou que o mecanismo gastaria apenas 15 centavos de dólar para produzir um quilowatt por hora. Os mecanismos atuais gastam entre 30 e 65 centavos de dólar pelo mesmo quilowatt.

Fonte: SWU

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Beleza Sustentável

cosmetico.jpg

Que tal cuidar da beleza e ainda preservar o meio ambiente? Essa é a proposta de alguns cosméticos que buscam equilibrar suas ações para que elas impactem o mínimo possível o mundo em que vivemos. Eles podem ser orgânicos, recicláveis ou amigos dos animais. É só pesquisar e escolher.

Os orgânicos
Esses cosméticos baniram os agrotóxicos do cultivo de seus componentes e eliminaram da fórmula ingredientes derivados de petróleo e substâncias sintéticas, como corantes, fragrâncias e conservantes. Isso ajuda a preservar o planeta e a saúde dos consumidores.

Os sustentáveis
São feitos com matéria-prima vegetal cuja extração obedece a rigorosos critérios que impedem seu esgotamento na natureza e promovem o desenvolvimento das comunidades que participam do plantio e da colheita. É o que acontece com os ativos originários da Amazônia, como a andiroba, usada em cremes hidratantes.

Os recicláveis
Entram nessa classificação cosméticos cujas empresas se preocupam em reduzir e reciclar as embalagens de seus produtos, diminuindo o impacto ambiental. Eles dispensam as caixas de papel que acondicionam os frascos, utilizam refis e usam materiais alternativos, como garrafas pet e os frascos oxibiodegradáveis.

Os amigos dos animais
São os cosméticos fabricados por empresas que não fazem testes em animais. Para reconhecer essas empresas, uma organização internacional criou o selo Vegan Action, que combate os maus-tratos aos animais, o consumo de produtos de origem animal e qualquer ação agressiva à fauna e premia as empresas que se destacam na causa.

Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/