sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Dicas sobre reciclagem
Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixoVALE A PENA FAZER
Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável.
NÃO VALE A PENA FAZER
Separar o lixo seco por tipo de material. As empresas e cooperativas farão uma nova triagem- estando o lixo organizado ou não.
Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida. São medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.
O LIXO ESPECIAL
LâmpadasO que fazer: separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente - elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.
BateriasO que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares - as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.
Cacos de vidros planos e de espelhos
O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias - e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.
OS ESTRAGOS DO ÓLEO DE COZINHA
O óleo de cozinha é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Eis o número:1 LITRO de óleo de cozinha polui 1 MILHÃO DE LITROS de água
Destinos do óleo usado: fábricas de sabão e produção de biodiesel.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Para onde vai o seu cabelo?
A resposta mais óbvia seria: “Ah, pro chão do cabeleireiro!”. Ok, ok, mas esta história pode estar mudando.Os designers Azusa Murakami e Groves Alexander, do Studio Swine, de Londres, lançaram uma coleção de óculos sustentáveis produzidos com o reaproveitamento de cabelos humanos. Os fios são misturados a uma biorresina, livres de substâncias tóxicas, convertendo-se em uma fibra maleável, ideal para as armações. E o mais incrível: na cor dos fios utilizados. Cabelo loirinho = óculos amarelos!
E, como se não bastasse, após o descarte, o Hair Glasses (como é chamada a novidade) é biodegradável. O trabalho artesanal dos designers dá um estilo especial às peças, deixando cada modelo de um jeito diferente, nas cores dos cabelos utilizados.
Ótima ideia já que, diariamente, milhares de quilos de cabelos são descartados nos aterros – e milhares de óculos são fabricados de maneira não tão saudável. Dois coelhos com uma cabelada só
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Lâmpadas – Dicas para você economizar energia em sua casa e colaborar com o planeta!
O site coletivo verde, produziu uma série de de postagens sobre equipamentos economizadores, já foram abordados assuntos como economia de água utilizando vazos sanitários, torneiras e chuveiros mais eficientes e como aproveitar a energia solar em sua casa.
Leia no blog da BioTAV o texto publicado sobre lâmpadas! Existem basicamente 3 tipos de lâmpadas para uso residencial: as incandescentes, as fluorescentes e as tubulares em LED.
Lâmpadas comuns – incandescentes
As lâmpadas comuns, chamadas de incandescentes, são baratas, fáceis de serem recicladas e não apresentam materiais tóxicos em sua produção, no entanto gastam muita energia e tem baixa eficiência: apenas 10% da energia elétrica gasta para acendê-las é transformada em luz, o resto vira calor, dissipado no ambiente
Lâmpadas Fluorescentes
Já as lâmpadas fluorescentes, principalmente as compactas, tem ganhado cada vez mais espaço nas casas brasileiras, sendo um pouco mais caro para adquirí-las, mas muito mais barato para mantê-las.
Duram oito vezes mais que as incandescentes, são mais eficientes, mas tem em seu interior vapor de mercúrio, nocivo à saúde se não for descartado corretamente.
Lâmpadas Led
As lâmpadas em Led são mais recentes no Brasil (começaram a aparecer aqui em 2009), são muito econômicas, não utilizam materiais nocivos em sua composição, duram muito mais, não transmitem calor e tem altíssima eficiência. Seu único ponto fraco ainda é o preço: cada lâmpada tubular de Led custa cerca de R$120,00!
Atualmente, no Brasil, ainda é mais vantajoso usar as fluorescentes compactas, desde que descartadas como lixo tóxico. Confira nesse gráfico do Planeta Sustentável os gastos com lâmpadas em 5 anos numa residência:
Fonte: COLETIVO VERDE
Leia no blog da BioTAV o texto publicado sobre lâmpadas! Existem basicamente 3 tipos de lâmpadas para uso residencial: as incandescentes, as fluorescentes e as tubulares em LED.
Lâmpadas comuns – incandescentes
As lâmpadas comuns, chamadas de incandescentes, são baratas, fáceis de serem recicladas e não apresentam materiais tóxicos em sua produção, no entanto gastam muita energia e tem baixa eficiência: apenas 10% da energia elétrica gasta para acendê-las é transformada em luz, o resto vira calor, dissipado no ambiente
Lâmpadas Fluorescentes
Duram oito vezes mais que as incandescentes, são mais eficientes, mas tem em seu interior vapor de mercúrio, nocivo à saúde se não for descartado corretamente.
Lâmpadas Led
Qual usar no Brasil?
Fonte: COLETIVO VERDE
sábado, 23 de julho de 2011
Filmes de fitas VHS podem virar bolsas
Se a resposta foi “sim”, é bem capaz de você ter umas fitas VHS esquecidas em alguma gaveta. E é aí que entra em ação Alexandre Heberte, tecelão que transforma essas fitas em bolsas como esta da foto!
Alexandre é da Peixes em Peixes, que vende as bolsas a partir de R$ 40. Tapetes e cachecóis também são feitos com a ajuda de um tear, em uma técnica que se utiliza também de outros materiais como barbante e plástico.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Que tal surfar nesse feriado com pranchas de material reciclado?

Quem pensa que o surf ficou de fora da consciência pelo planeta levou caldo! Se liga nessa:
Tem muita gente com a cabeça no lugar e com a mão na massa, mandando bem, e o designer Marcelo Ulysséa e o engenheiro de materiais Daniel Aranha são exemplos disso!
Marcelo criou pranchas feitas de madeira seca, retirada de planta morta sem qualquer desmatamento, que garantem alta performance e excelente interação dos surfistas com a natureza. Para a concepção das pranchas sustentáveis, Marcelo olhou para trás. Lembrou que a adrenalina dos antigos surfistas não tinha nada a ver com o poliuretano dos modelos de hoje, feitas a partir de blocos de madeira.
Daniel é responsável pelas belas pranchas da foto acima. Fabricada com materiais naturais, reciclados e orgânicos, livres de emissão de gases ou resíduos que agridam a natureza, as pranchas do engenheiro são 100% recicláveis e podem ser encontradas e até encomendadas pelo site e-bord.
Se surfar já é bom, assim, então, é muito melhor!
Tem muita gente com a cabeça no lugar e com a mão na massa, mandando bem, e o designer Marcelo Ulysséa e o engenheiro de materiais Daniel Aranha são exemplos disso!
Marcelo criou pranchas feitas de madeira seca, retirada de planta morta sem qualquer desmatamento, que garantem alta performance e excelente interação dos surfistas com a natureza. Para a concepção das pranchas sustentáveis, Marcelo olhou para trás. Lembrou que a adrenalina dos antigos surfistas não tinha nada a ver com o poliuretano dos modelos de hoje, feitas a partir de blocos de madeira.
Daniel é responsável pelas belas pranchas da foto acima. Fabricada com materiais naturais, reciclados e orgânicos, livres de emissão de gases ou resíduos que agridam a natureza, as pranchas do engenheiro são 100% recicláveis e podem ser encontradas e até encomendadas pelo site e-bord.
Se surfar já é bom, assim, então, é muito melhor!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Saiba como os pets podem ajudar na preservação do planeta
Você, que tem um ou mais bichanos em casa, veja só como seu gatinho de estimação pode ajudá-lo na preservação do meio ambiente!A empresa brasileira Ecobichos, fundada em 2009, criou algumas linhas de produtos para gatos que utilizam matérias-primas recicláveis e renováveis. São casinhas e caixa de transporte feitas a partir de papelão certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council). No fim da vida útil eles são recicláveis e biodegradáveis.
O uso do papelão é positivo, principalmente, por ser muito buscado por cooperativas que reciclam papel. Segundo o Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), cerca de 80% de papelão foi reciclado no Brasil em 2008. Esse número supera em mais de quatro vezes o total do lixo reciclado no país no mesmo ano – apenas 13%.
O Condcats é um “condomínio” para gatos. Basicamente, é uma casa de três andares onde os felinos podem pular, brincar, se esconder e descansar. O conjunto tem 92 cm de altura, 44 cm de largura e 54 de comprimento. Os produtos são desmontáveis e dobráveis, fácil de levar para qualquer lugar.
Há também produtos para cachorros com essa mesma filosofia. Saiba mais e vejacomo comprar no site da Ecobichos.
Conteúdo fornecido pelo portal www.ecodesenvolvimento.com.br
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