terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cabides podem virar cadeiras


Você, que não sabe mais aonde achar lugar pra tanto cabide, olha só a ideia (barra) solução que o designer Joey Zeledón teve: cadeiras!

E não estamos falando de qualquer cadeirinha, não. São cadeiras estilosas, feitas, além da base, apenas de cabides!

A “Coat Check Chair” surgiu na ideia de evitar que camisas e casacos fossem pendurados no encosto das cadeiras de qualquer jeito, bagunçando o ambiente e amassando a roupa. Assim, a cadeira de cabide seria uma mão na roda nessas horas, bastaria sacar um dos cabides, pendurar o casaco e guardá-lo adequadamente no armário.

A estrutura é bastante simples: uma barra de ferro contorcida permite que os cabides sejam agrupados lado a lado, dando forma ao assento e encosto. Essa simplicidade reduz o impacto da peça, já que não é preciso utilizar mais matéria-prima e nem energia para sua confecção.

Os cabides se encaixam na estrutura de aço sem a necessidade de cola ou outra ferramenta – e você pode colocar qualquer cabide que goste, misturando e combinando cores.

O designer ainda está em busca de parcerias para a fabricação da peça que ele garante ser surpreendentemente confortável!

Conteúdo fornecido pelo site WWW.ecodesenvolvimento.org.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Conheça - Greenvana

Sustentabilidade no dia-a-dia essa é a filosofia do Greenvana, uma loja de departamentos que garimpa  as melhores opções de produtos disponíveis no mercado nacional e mundial para um lifestyle sustentável.
 Com a ideia de oferecer soluções completas para diversos estilos de vida, foi criado um mix de produtos com inovações tecnológicas, produtos para casa, bem-estar, beleza, moda, teens, bebês, papelaria e pets podem ser encontrados na nossa Greenstore.

Um time de especialistas  explica os principais pontos a serem observados na hora de consumir. Questões pontuais como certificação, químicos tóxicos, materiais nocivos e muito mais são esclarecidas. Temas ligados à sustentabilidade, aos impactos ambientais e às escolhas ecologicamente corretas saem do conceitual e passam às práticas do dia-a-dia.

Além de disseminar conceitos e o estilo de vida “verde”, o site busca  o constante aperfeiçoamento da gestão sustentável. São selecionados os  melhores fabricantes no Brasil e no mundo, reconhecidos pela qualidade de sua matéria-prima, honestidade de seu processo produtivo e, grande parte deles, com selos verdes concedidos por certificadoras internacionais.

Também são levados em consideração  o impacto que os produtos causarão desde o momento que são comprados até quando chegam na porta do consumidor.  As embalagens são feitas com matérias-primas recicladas os produtos que vendidos são acomodados em caixas de papelão reciclado recheadas com jornal ou papelão picado e reutilizado ou em envelopes de plástico biodegradáveis.

Como categorizamos o sustentável

Sustentabilidade é um termo amplo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), "desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.

Seguindo uma tendência mundial, preservar o meio ambiente inclui conhecer os impactos de agentes químicos e poluentes no bem-estar humano e buscar alternativas mais saudáveis e inteligentes.

Para que o consumidor entenda o diferencial sustentável de cada produto,  foi desenvolvida a seguinte família de selos:


Reciclado:  todo produto fabricado com materiais já descartados e que, portanto, deixam de virar lixo.

Orgânico: ingredientes e produtos que não utilizam pesticidas, fertilizantes sintéticos ou sementes geneticamente modificadas. A produção está baseada no respeito ao meio ambiente e na preservação dos recursos naturais.

Biodegradável: produtos que se decompõem facilmente pelas ações de micro-organismos. Com isso, evitam o acúmulo de lixo.

Reciclável: todo material que no final de sua vida útil pode ser transformado em matéria-prima para a criação de novos produtos gerando, assim, menos lixo.

Natural: todo ingrediente. matéria-prima ou produto proveniente da natureza.

Energia Limpa: é uma energia renovável, pois utililiza recursos como o movimento da água, a luz solar e o vento. Retirada de fontes limpas, ela também não polui o meio ambiente.

Comércio Justo e Solidário: uma relação de troca baseada no diálogo, na transparência e no respeito, que busca maior igualdade nas relações comerciais.

Átoxico: livre de substâncias e compostos químicos nocivos à saúde e ao meio ambiente.

Made in Brasil / 100% brasileiro: são produtos feitos em território nacional que valorizam as tradições culturais, os nossos produtores e o desenvolvimento econômico do nosso país.

Redução de Lixo: todo produto que de certa forma diminui o acúmulo de materiais descartados, seja por meio do processo de reciclagem, de upcycle, de reutilização ou outros.     

Não testado em animais: são produtos que não utilizam animais para experimentos nem abusam de espécies para a avaliação da ação de substâncias químicas, principalmente em cosméticos.  

Economia de Água: produto que evita o desperdício de água, gerando mais economia para o bolso e benefícios para o planeta.

Economia de Energia: produto que consome menos eletricidade e, com isso, reduz a sua conta de luz. Bom para o bolso e para o planeta.

Acesse: http://br.greenvana.com/

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Dicas sobre reciclagem

Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo

  VALE A PENA FAZER

Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável.

NÃO VALE A PENA FAZER

Separar o lixo seco por tipo de material. As empresas e cooperativas farão uma nova triagem- estando o lixo organizado ou não.

Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida. São medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.

 O LIXO ESPECIAL


 Lâmpadas
O que fazer: separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente - elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.

Baterias
 O que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares - as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.

Cacos de vidros planos e de espelhos
 O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias - e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.

OS ESTRAGOS DO ÓLEO DE COZINHA

O óleo de cozinha é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Eis o número:

 1 LITRO de óleo de cozinha polui 1 MILHÃO DE LITROS de água

Como reciclar: colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem (ver no site www.cempre.org.br).

Destinos do óleo usado: fábricas de sabão e produção de biodiesel.
 Fonte: Planeta sustentável




terça-feira, 26 de julho de 2011

Para onde vai o seu cabelo?

A resposta mais óbvia seria: “Ah, pro chão do cabeleireiro!”. Ok, ok, mas esta história pode estar mudando.

Os designers Azusa Murakami e Groves Alexander, do Studio Swine, de Londres, lançaram uma coleção de óculos sustentáveis produzidos com o reaproveitamento de cabelos humanos. Os fios são misturados a uma biorresina, livres de substâncias tóxicas, convertendo-se em uma fibra maleável, ideal para as armações. E o mais incrível: na cor dos fios utilizados. Cabelo loirinho = óculos amarelos!

E, como se não bastasse, após o descarte, o Hair Glasses (como é chamada a novidade) é biodegradável. O trabalho artesanal dos designers dá um estilo especial às peças, deixando cada modelo de um jeito diferente, nas cores dos cabelos utilizados.

Ótima ideia já que, diariamente, milhares de quilos de cabelos são descartados nos aterros – e milhares de óculos são fabricados de maneira não tão saudável. Dois coelhos com uma cabelada só

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lâmpadas – Dicas para você economizar energia em sua casa e colaborar com o planeta!

O site coletivo verde, produziu uma série de de postagens sobre equipamentos economizadores, já foram abordados assuntos como economia de água utilizando vazos sanitários, torneiras e chuveiros mais eficientes e como aproveitar a energia solar em sua casa.

Leia no blog da BioTAV o texto publicado sobre lâmpadas! Existem basicamente 3 tipos de lâmpadas para uso residencial: as incandescentes, as fluorescentes e as tubulares em LED.

Lâmpadas comuns – incandescentes


As lâmpadas comuns, chamadas de incandescentes, são baratas, fáceis de serem recicladas e não apresentam materiais tóxicos em sua produção, no entanto gastam muita energia e tem baixa eficiência: apenas 10% da energia elétrica gasta para acendê-las é transformada em luz, o resto vira calor, dissipado no ambiente

Lâmpadas Fluorescentes


 
Já as lâmpadas fluorescentes, principalmente as compactas, tem ganhado cada vez mais espaço nas casas brasileiras, sendo um pouco mais caro para adquirí-las, mas muito mais barato para mantê-las.
Duram oito vezes mais que as incandescentes, são mais eficientes, mas tem em seu interior vapor de mercúrio, nocivo à saúde se não for descartado corretamente.

 Lâmpadas Led


 


 
As lâmpadas em Led são mais recentes no Brasil (começaram a aparecer aqui em 2009), são muito econômicas, não utilizam materiais nocivos em sua composição, duram muito mais, não transmitem calor e tem altíssima eficiência. Seu único ponto fraco ainda é o preço: cada lâmpada tubular de Led custa cerca de R$120,00!

 Qual usar no Brasil?



Atualmente, no Brasil, ainda é mais vantajoso usar as fluorescentes compactas, desde que descartadas como lixo tóxico. Confira nesse gráfico do Planeta Sustentável os gastos com lâmpadas em 5 anos numa residência:



Fonte: COLETIVO VERDE

sábado, 23 de julho de 2011

Filmes de fitas VHS podem virar bolsas

Você já teve um vídeo-cassete?

Se a resposta foi “sim”, é bem capaz de você ter umas fitas VHS esquecidas em alguma gaveta. E é aí que entra em ação Alexandre Heberte, tecelão que transforma essas fitas em bolsas como esta da foto!

Alexandre é da Peixes em Peixes, que vende as bolsas a partir de R$ 40. Tapetes e cachecóis também são feitos com a ajuda de um tear, em uma técnica que se utiliza também de outros materiais como barbante e plástico.